
Não existe amor em San Antonio.

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Tony Parker estava tranquilo, jogando sua bola e conduzindo o Spurs à vitória no jogo 1 contra o Memphis, quando um cara o ameaçou de morte.
Talvez, o break dance seja para combater o espírito maligno que rondou o At&T Center.
E antes que alguém acuse a ex-sra. Parker, Eva Longoria, de ter cometido tal desespero, a gente aproveita para descartar tal hipótese, uma vez que ela estava em Cannes, fazendo a alegria dos paparazzi de plantão.

Ele joga 41 minutos, distribui 18 assistências, faz 15 pontos, lidera os Spurs na vitória sobre os Grizzlies e ainda tem as manha de mandar um breakdance na quadra.
Senhoras e senhores, Tony Parker!
Fonte: minoritysportsreport

San Antonio Spurs x Memphis Grizzlies
“It’s not going to be pretty. Sorry. It’s just not going to be. It’s going to be two teams trying to impose wills on each other. Two very well-coached, good executing, tough-minded, defensive teams. And that’s just how the series is going to go. If you thought this series was physical, it’s going to turn up about 10 notches”
Foi dessa maneira que Tim Duncan resumiu a final da Conferência Oeste entre Memphis Grizzlies e San Antonio Spurs. Pessoalmente, o que para ele será feio, para mim soa lindo. Nada de jogador-estrelinha chutando 25 bolas para anotar 30 pontos. Aqui é trabalho! Trabalho coletivo.
Spurs e Grizzlies representam hoje o oposto do individualismo celebrado e difundido pela NBA. Há mais de uma década, os hypeless Spurs prevalecem no topo da liga negando a fórmula-padrão do astro midiático. Mas parece que agora eles encaram, ao mesmo tempo, um discípulo e um competidor: leão Gasol e sua corja de abnegados buscam sua primeira entrada no palco principal da NBA desde que esse time foi parido na gelada Vancouver, em 1995. E eles contam com o apoio espiritual do técnico do ano, George Karl.
E o que pode pesar nessa série, então? A experiência, a rodagem, os anos de estrada, a ciência do quando e como fazer que só o pé na quadra ensina. Mas por experiência você pode entender também idade. A inexorável ação do tempo que nos deixa mais lentos, mais cansados e mais fatigados na reta final de uma temporada. É, amigo, a carequinha do Ginóbili, aquela barba grisalha de Tony Parker ou a corcunda cada vez mais convexa de Tim Duncan podem fazer diferença quando nos aproximamos do centésimo jogo da temporada.
Ou quem sabe a renovação texana prevaleça. Quer dizer, quem sabe esta seja a série de Tony Parker, Manu Ginobili e Tim Duncan tanto quanto de Kawhi Leonard, Danny Green e - por que não? - Tiago Splitter. Só assim eles terão uma chance contra os Grizzlies.
Não aposto nisso. Palpite: Spurs 2 x 4 Grizzlies.
Tim Duncan entrou pro segundo time defensivo da temporada. Dias depois, ultrapassou Shaquille O’Neal e se igualou a Wilt Chamberlain na segunda posição da lista de jogadores com maior número de double-doubles em playoffs. Tudo isso aos 37 anos.
Seu time, o San Antonio Spurs, está a uma vitória de mais uma final de conferência.
A discussão agora é: se conquistar o 5º título da carreira, Tim Duncan pode ser considerado um dos 10 maiores jogadores de todos os tempos?
Pessoal, tava pensando seriamente em comprar um desses televisores 3D supermodernos, mas agora acho melhor não.
(via usatodaysports)
“I went from wanting to trade him on the spot to wanting to cook breakfast for him tomorrow morning. That’s the truth. When I talk to him and say, ‘Manu,’ he goes, ‘This is what I do.’ That’s what he’s going to tell me. I stopped coaching him a long time ago.”
- Gregg Popovich on Manu Ginobili
(Photo by Noah Graham/NBAE via Getty Images)
(via dedecarvoeiro)
Fonte: nbaoffseason
Manu Ginóbili fazendo o que sabe.
Fonte: thebasketballgod
San Antonio Spurs (2°) x Golden State Warriors (6°)
Não é todo time que tem uma semaninha de folga em pleno playoff, mas os Spurs conseguiram esse privilégio graças à varrida em cima daquele timinho de Los Angeles.Uma semana é tempo mais que suficente para recuperar as energias, corrigir deficiências, pegar uma praia em Miami e descobrir como parar Stephen Curry. Sim esta é uma questão relevante tendo em vista o que o pequeno notável fez com Gary Neal algumas semanas atrás.
“Mas calma lá!”, exclama você, leitor, sabedor da qualidade, da experiência e da capacidade coletiva da equipe texana. “Mais respeito com o terceiro melhor da temporada regular e que há décadas insiste em nos entediar temporada após temporada, playoffs, atrás de playoffs”.
Ok, leitor, eu compartilho da sua observação e do seu tédio, mas quem não se lembra daquele papelão contra o Memphis, em 2011? Será que a idade não pesa nos ombros dos texanos? Será que o momento especial de Stephen Curry não vale nada? Será que não é este o segundo ato de uma linda história de Cinderela? Será que o embalo do time dourado e a força de uma torcida que desde 1994 vê um playoff pela segunda vez não conta?
Não, não conta: Spurs 4 x 2 Warriors.
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