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Michael Beasley já foi segunda escolha de draft – atrás apenas de Derrick Rose. Foi selecionado pelo Miami Heat na tentativa de dar a Dwyane Wade um fiel escudeiro. Também já foi a esperança do Minnesota Timberwolves para ajudar a levar o time a patamares nunca antes alcançados. Recentemente, foi a aposta do Phoenix Suns, que lhe ofereceu um contrato de 18 milhões de dólares na tentativa de reviver os tempos de glória.
A verdade é que, dentro de quadra, Beasley é um grande fracasso. E de tudo aquilo que se esperava dele, ele correspondeu com muito pouco.
Ainda assim, o jovem de apenas 24 anos volta a ser notícia. Desta vez, por um suposto caso de estupro. A confusão aconteceu em janeiro, na pequena cidade de Scottsdale, perto de Phoenix, no Arizona. Uma jovem de 17 anos deu queixa à polícia, que está investigando o caso.
Em fevereiro deste ano, Beasley já teve problemas. Ele estava dirigindo em alta velocidade numa estrada de Phoenix, com um carro sem placa, documentos e licenciamento. De quebra, a polícia ainda encontrou uma pistola calibre ponto 45 nas coisas dele.
Na temporada, Beasley foi titular em apenas 20 jogos. Suas médias? Medíocres 10,1 pontos e 3,8 rebotes por jogo. Basquete? Ah, quem se importa?!

Michael Beasley já foi segunda escolha de draft – atrás apenas de Derrick Rose. Foi selecionado pelo Miami Heat na tentativa de dar a Dwyane Wade um fiel escudeiro. Também já foi a esperança do Minnesota Timberwolves para ajudar a levar o time a patamares nunca antes alcançados. Recentemente, foi a aposta do Phoenix Suns, que lhe ofereceu um contrato de 18 milhões de dólares na tentativa de reviver os tempos de glória.

A verdade é que, dentro de quadra, Beasley é um grande fracasso. E de tudo aquilo que se esperava dele, ele correspondeu com muito pouco.

Ainda assim, o jovem de apenas 24 anos volta a ser notícia. Desta vez, por um suposto caso de estupro. A confusão aconteceu em janeiro, na pequena cidade de Scottsdale, perto de Phoenix, no Arizona. Uma jovem de 17 anos deu queixa à polícia, que está investigando o caso.

Em fevereiro deste ano, Beasley já teve problemas. Ele estava dirigindo em alta velocidade numa estrada de Phoenix, com um carro sem placa, documentos e licenciamento. De quebra, a polícia ainda encontrou uma pistola calibre ponto 45 nas coisas dele.

Na temporada, Beasley foi titular em apenas 20 jogos. Suas médias? Medíocres 10,1 pontos e 3,8 rebotes por jogo. Basquete? Ah, quem se importa?!

Como é bom este climinha de playoff… muita rivalidade, um certo trash-talk e vez por outra uma bolada na fuça.

De forma melancólica, acabou ontem a temporada do Dallas Mavericks. Mesmo jogando em casa, o time do Texas perdeu para o Phoenix Suns, time que detém a pior campanha do lado oeste da NBA, e viu chegar ao fim quaisquer chances de garantir uma vaga nos playoffs.
Alguns jogadores do Mavericks não fazem a barba há algum tempo, e disseram que só veriam uma navalha quando o time alcançasse os 50% de aproveitamento na temporada. Ainda faltam 3 jogos, e é possível conseguir isso. Mas a chance de disputar a pós-temporada já era, e agora só Lakers e Jazz brigam pela última vaga.
De fato, Mark Cuban e seus pupilos não tiveram um ano bom. Teve o papelão com Derek Fisher, que ficou no time por apenas 23 dias. Teve a lesão de Dirk Nowitzki, que ficou boa parte da temporada no estaleiro. Teve Vince Carter reclamando por virar reserva. Enfim, um ano ruim, para esquecer mesmo.
Do elenco que conquistou o título em 2011, apenas três jogadores permanecem em Dallas. E a reformulação para o ano que vem deve ser ainda maior. Do time titular desta temporada, três viram free-agents imediatamente. Como se não bastasse, Dirk Nowitzki, capitão e principal estrela da franquia, e que tem só mais um ano de contrato, disse que até pretende se aposentar em Dallas, mas que não pensaria duas vezes antes de sair, caso percebesse que o time não é mais um candidato ao título.
Resumo da ópera: é bom Mark Cuban começar a trabalhar para ter uma offseason mais produtiva do que a última, quando ficou até a última hora esperando por Deron Williams e Dwight Howard, mas acabou com Elton Brand e Chris Kaman.

De forma melancólica, acabou ontem a temporada do Dallas Mavericks. Mesmo jogando em casa, o time do Texas perdeu para o Phoenix Suns, time que detém a pior campanha do lado oeste da NBA, e viu chegar ao fim quaisquer chances de garantir uma vaga nos playoffs.

Alguns jogadores do Mavericks não fazem a barba há algum tempo, e disseram que só veriam uma navalha quando o time alcançasse os 50% de aproveitamento na temporada. Ainda faltam 3 jogos, e é possível conseguir isso. Mas a chance de disputar a pós-temporada já era, e agora só Lakers e Jazz brigam pela última vaga.

De fato, Mark Cuban e seus pupilos não tiveram um ano bom. Teve o papelão com Derek Fisher, que ficou no time por apenas 23 dias. Teve a lesão de Dirk Nowitzki, que ficou boa parte da temporada no estaleiro. Teve Vince Carter reclamando por virar reserva. Enfim, um ano ruim, para esquecer mesmo.

Do elenco que conquistou o título em 2011, apenas três jogadores permanecem em Dallas. E a reformulação para o ano que vem deve ser ainda maior. Do time titular desta temporada, três viram free-agents imediatamente. Como se não bastasse, Dirk Nowitzki, capitão e principal estrela da franquia, e que tem só mais um ano de contrato, disse que até pretende se aposentar em Dallas, mas que não pensaria duas vezes antes de sair, caso percebesse que o time não é mais um candidato ao título.

Resumo da ópera: é bom Mark Cuban começar a trabalhar para ter uma offseason mais produtiva do que a última, quando ficou até a última hora esperando por Deron Williams e Dwight Howard, mas acabou com Elton Brand e Chris Kaman.

Scottie Pippen, Dennis Rodman e Michael Jordan. Aquele time do Bulls voava, e não tinha muitos pontos fracos para ser explorado. Mas Don Nelson, então técnico do Dallas Mavericks, resolveu apelar e inventou uma estratégia muito simples para conter os ataques do time de Chicago: fazer falta atrás de falta no Rodman, e colocar pro lance livre um cara que teve ridículos 58% de aproveitamento daquela linha durante a carreira.
A tática não deu muito certo, é verdade. Nelson chegou no Dallas em 97, e dali viu aquele Bulls ser campeão até cada um ir prum canto e Jordan se aposentar pela segunda vez.
Mas essa estratégia, que muitos consideram suja, outros, apenas parte do jogo, ganhou fama mesmo contra Shaquille O’Neal, e daí o nome pela qual é conhecida até hoje: Hack-a-Shaq.
Ao longo da carreira, Shaq teve um aproveitamento da linha do lance livre ainda pior que o de Rodman: 52%. Shaq no lance livre era tão ruim, que virou vítima de piada até em seriado juvenil.
O próprio Don Nelson, ainda no Dallas, usou essa tática contra o Lakers e o Heat de Shaq – também sem sucesso, tanto que esse Lakers e esse Heat, diga-se de passagem, foram campeões. Mas, quando ainda estava no Lakers, Shaq deu uma entrevista em que definiu Don Nelson como um ‘clown coach’, por se aproveitar de tal artimanha. No primeiro encontro entre os dois depois da entrevista, Nelson foi cumprimentar Shaq com um nariz de palhaço.
Anos depois, quem se notabilizou por tal prática foi Gregg Poppovich, que já era técnico do San Antonio Spurs, quando seu time enfrentou o Phoenix Suns, de Shaquille O’Neal, na primeira rodada dos playoffs de 2008.
A coisa foi meio escandalosa. As faltas propositais em Shaq aconteciam a qualquer instante, e não somente no final dos jogos. Na época, Pop foi colocado na berlinda e a NBA cogitou algum tipo de punição ou a criação de alguma regra que pudesse coibir aquilo.
Mas o fato é que desta vez a tática funcionou. Naquela série, Shaq foi para a linha do lance livre 64 vezes, e converteu 32 arremessos. Ou seja, aproveitamento de 50% - número ainda menor que a média total da carreira.
A única coisa engraçada dessa história toda entre Poppovich e O’Neal aconteceu no ano seguinte, no primeiro jogo da temporada regular de 2008/09.
Suns e Spurs se enfrentaram, e com menos de 5 segundos de jogo, Shaq sofreu uma falta proposital. No primeiro momento, ele ficou meio bravo, não acreditando que aquilo ia acontecer de novo. Mas aí ele olhou pro banco do Spurs e viu um raro sorriso vindo do rosto de Poppovich, revelando que se tratava apenas de uma brincadeira. Vale a pena ver o vídeo.

Scottie Pippen, Dennis Rodman e Michael Jordan. Aquele time do Bulls voava, e não tinha muitos pontos fracos para ser explorado. Mas Don Nelson, então técnico do Dallas Mavericks, resolveu apelar e inventou uma estratégia muito simples para conter os ataques do time de Chicago: fazer falta atrás de falta no Rodman, e colocar pro lance livre um cara que teve ridículos 58% de aproveitamento daquela linha durante a carreira.

A tática não deu muito certo, é verdade. Nelson chegou no Dallas em 97, e dali viu aquele Bulls ser campeão até cada um ir prum canto e Jordan se aposentar pela segunda vez.

Mas essa estratégia, que muitos consideram suja, outros, apenas parte do jogo, ganhou fama mesmo contra Shaquille O’Neal, e daí o nome pela qual é conhecida até hoje: Hack-a-Shaq.

Ao longo da carreira, Shaq teve um aproveitamento da linha do lance livre ainda pior que o de Rodman: 52%. Shaq no lance livre era tão ruim, que virou vítima de piada até em seriado juvenil.

O próprio Don Nelson, ainda no Dallas, usou essa tática contra o Lakers e o Heat de Shaq – também sem sucesso, tanto que esse Lakers e esse Heat, diga-se de passagem, foram campeões. Mas, quando ainda estava no Lakers, Shaq deu uma entrevista em que definiu Don Nelson como um ‘clown coach’, por se aproveitar de tal artimanha. No primeiro encontro entre os dois depois da entrevista, Nelson foi cumprimentar Shaq com um nariz de palhaço.

Anos depois, quem se notabilizou por tal prática foi Gregg Poppovich, que já era técnico do San Antonio Spurs, quando seu time enfrentou o Phoenix Suns, de Shaquille O’Neal, na primeira rodada dos playoffs de 2008.

A coisa foi meio escandalosa. As faltas propositais em Shaq aconteciam a qualquer instante, e não somente no final dos jogos. Na época, Pop foi colocado na berlinda e a NBA cogitou algum tipo de punição ou a criação de alguma regra que pudesse coibir aquilo.

Mas o fato é que desta vez a tática funcionou. Naquela série, Shaq foi para a linha do lance livre 64 vezes, e converteu 32 arremessos. Ou seja, aproveitamento de 50% - número ainda menor que a média total da carreira.

A única coisa engraçada dessa história toda entre Poppovich e O’Neal aconteceu no ano seguinte, no primeiro jogo da temporada regular de 2008/09.

Suns e Spurs se enfrentaram, e com menos de 5 segundos de jogo, Shaq sofreu uma falta proposital. No primeiro momento, ele ficou meio bravo, não acreditando que aquilo ia acontecer de novo. Mas aí ele olhou pro banco do Spurs e viu um raro sorriso vindo do rosto de Poppovich, revelando que se tratava apenas de uma brincadeira. Vale a pena ver o vídeo.

Com esse belo uniforme, o Suns não merecia outra coisa que não a vitória contra o Lakers na noite de ontem.
Steve Nash, agora pelo Lakers, voltou a Phoenix, mas não conseguiu evitar a derrota dos angelinos.
Dwight Howard também não conseguiu, e o Lakers mostrou pro mundo inteiro que, sem o Kobe, a vida é bem mais difícil.
A sorte dos caras é que o Jazz parece não estar muito afim de ir pros playoffs. Aliás, parece não estar nada afim.
O Jazz jogou em Utah contra o Knicks sem Carmelo, sem Stoudemire e sem Tyson Chandler. Ainda assim, conseguiu perder e deixou a vida do Lakers menos turbulenta.
Faltando 13 jogos pro fim da temporada regular, o Lakers está em oitavo no oeste, no limite da zona de classificação, dois jogos à frente do Utah Jazz.

Com esse belo uniforme, o Suns não merecia outra coisa que não a vitória contra o Lakers na noite de ontem.

Steve Nash, agora pelo Lakers, voltou a Phoenix, mas não conseguiu evitar a derrota dos angelinos.

Dwight Howard também não conseguiu, e o Lakers mostrou pro mundo inteiro que, sem o Kobe, a vida é bem mais difícil.

A sorte dos caras é que o Jazz parece não estar muito afim de ir pros playoffs. Aliás, parece não estar nada afim.

O Jazz jogou em Utah contra o Knicks sem Carmelo, sem Stoudemire e sem Tyson Chandler. Ainda assim, conseguiu perder e deixou a vida do Lakers menos turbulenta.

Faltando 13 jogos pro fim da temporada regular, o Lakers está em oitavo no oeste, no limite da zona de classificação, dois jogos à frente do Utah Jazz.

Se você gostou da foto, vai gostar ainda mais do vídeo.

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(via hoopaholix)

Fonte: jeskeets

Mesmo no fim da carreira, Shaq ainda distribuía posters por aí. 

Mesmo no fim da carreira, Shaq ainda distribuía posters por aí. 

Fonte: hoopaholix

O Harlem Shake chegou a Phoenix, mas quem roubou a cena foi o sujeito dançando sentado com uma mamadeira gigante na mão…

Muito bacana essa ideia da NBA de usar uniformes retros de vez em quando..
E aí qual você mais gostou?

Muito bacana essa ideia da NBA de usar uniformes retros de vez em quando..

E aí qual você mais gostou?

Fonte: lovingbasketball

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