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É isso aí, amiguinhos! A brincadeira do momento é posterizar o coleguinha de escola. Todo mundo vai se divertir a valer!

Basta arrumar uma bola qualquer, a cesta pode ser um latão de lixo. O importante mesmo é achar o amiguinho que não para de mexer no celular e posterizá-lo em um momento de distração. É diversão garantida!

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É só o que resta aos Lakers nessa temporada…

Via Air Pastore.

O que fazer depois disso:

a. pede pra sair
b. simula uma contusão
c. faz de conta que nada aconteceu e segue o jogo
d. chama sua mãe

Há exatos 30 anos, a mais bela das histórias sobre Cinderelas foi contada no March Madness. NC State estava longe de ser apontada como fvorita ao título, mas ao final do mata-mata universitário foi o técnico Jim Valvano quem cortou a redinha do aro. E acredite,ele treinou bastante com sua tesourinha.
E se você gostou da foto, vai gostar ainda mais do documentário da ESPN sobre o assunto. Aqui, deixamos apenas o trailer: 

exatos 30 anos, a mais bela das histórias sobre Cinderelas foi contada no March Madness. NC State estava longe de ser apontada como fvorita ao título, mas ao final do mata-mata universitário foi o técnico Jim Valvano quem cortou a redinha do aro. E acredite,ele treinou bastante com sua tesourinha.

E se você gostou da foto, vai gostar ainda mais do documentário da ESPN sobre o assunto. Aqui, deixamos apenas o trailer: 

É hoje!No início da temporada de 96, Jerry West (então GM do Lakers) faz aquela que seria a grande contratação da off season daquela temporada.Por 120 milhões de dólares em 4 anos, Shaq seria a responsável por conduzir aquela franquia que estava a 8 anos sem títulos e a 5 sem chegar nas finais.
O’Neal já estava com seu lugar entre os grandes, tinha sido eleito para a lista dos 50 melhores dos 50 primeiros anos, havia conduzido o Magic para as finais ao lado de Penny Hardaway. Ele tinha tudo, mas faltava um anel.
Não havia lugar melhor que Los Angeles.. Nas suas primeiras 3 temporadas na cidade, O’ Neal fez de tudo, dirigiu embriagado, lançou CD de rap, participou de filmes, viu o crescimento do “showboat” (apelido que Shaq deu a Kobe em seu primeiro ano!) ameaçar seu feudo e nada de título.
Não que o Diesel estivesse jogando mal, pelo contrário! Shaq sempre foi dominante, mas Karl Malone e Stockton vencem o Lakers em 97 e 98.
Os Spurs com seu “hack-a- shaq” somados com David Robinson e Tim Duncan varram o Lakers em 99. As críticas a seus lances livres e a fama de sumir nos playoffs deixavam o Super homem impaciente. Era nítido que algo faltava.
Veio Pjax, e O’ Neal ganha tudo em 99-00. O MVP das finais, do All Star Game (ao lado de Tim Duncan). É escolhido para primeiro time da liga, segundo time de defesa e, por fim, Lakers campeão!
Era a redenção do gigante!
Ali, O’Neal conseguia se ver como um dos grandes pivôs da história Angelina, ao lado de Chamberlain, Abdul-Jabbar e George Mikan, que dirá com a three peat na sequência, onde Shaq foi o grande pilar defensivo e ofensivo no sistema de triângulos do mestre zen.
O fim da dinastia que foi permeada de atritos com Kobe Bryant, e terminou na temporada 04-05, onde o Lakers, com um super quarteto, perdeu nas finais para o Pistons. Na época, Kobe e Shaq disseram “eu ou ele”, assim o Lakers escolheu a juventude de sua mais nova estrela.
O´Neal e seus mais de 160 quilos e 2,16 metros de altura, é considerado o último dos super pivôs que dominaram a liga. No Lakers conseguiu médias de 27,5 pontos, 12 rebotes, 2,5 tocos, 2,6 assists, 2,1 bloqueios e dunks, muitas dunks como essa aqui.
Não á toa, hoje antes da partida contra o Dallas Mavericks, o banner com o número 34 sobe e vira eterno.
Um viva ao grande Aristóteles.
 

É hoje!

No início da temporada de 96, Jerry West (então GM do Lakers) faz aquela que seria a grande contratação da off season daquela temporada.

Por 120 milhões de dólares em 4 anos, Shaq seria a responsável por conduzir aquela franquia que estava a 8 anos sem títulos e a 5 sem chegar nas finais.

O’Neal já estava com seu lugar entre os grandes, tinha sido eleito para a lista dos 50 melhores dos 50 primeiros anos, havia conduzido o Magic para as finais ao lado de Penny Hardaway. Ele tinha tudo, mas faltava um anel.

Não havia lugar melhor que Los Angeles.. Nas suas primeiras 3 temporadas na cidade, O’ Neal fez de tudo, dirigiu embriagado, lançou CD de rap, participou de filmes, viu o crescimento do “showboat” (apelido que Shaq deu a Kobe em seu primeiro ano!) ameaçar seu feudo e nada de título.

Não que o Diesel estivesse jogando mal, pelo contrário! Shaq sempre foi dominante, mas Karl Malone e Stockton vencem o Lakers em 97 e 98.

Os Spurs com seu “hack-a- shaq” somados com David Robinson e Tim Duncan varram o Lakers em 99. As críticas a seus lances livres e a fama de sumir nos playoffs deixavam o Super homem impaciente. Era nítido que algo faltava.

Veio Pjax, e O’ Neal ganha tudo em 99-00. O MVP das finais, do All Star Game (ao lado de Tim Duncan). É escolhido para primeiro time da liga, segundo time de defesa e, por fim, Lakers campeão!

Era a redenção do gigante!

Ali, O’Neal conseguia se ver como um dos grandes pivôs da história Angelina, ao lado de Chamberlain, Abdul-Jabbar e George Mikan, que dirá com a three peat na sequência, onde Shaq foi o grande pilar defensivo e ofensivo no sistema de triângulos do mestre zen.

O fim da dinastia que foi permeada de atritos com Kobe Bryant, e terminou na temporada 04-05, onde o Lakers, com um super quarteto, perdeu nas finais para o Pistons. Na época, Kobe e Shaq disseram “eu ou ele”, assim o Lakers escolheu a juventude de sua mais nova estrela.

O´Neal e seus mais de 160 quilos e 2,16 metros de altura, é considerado o último dos super pivôs que dominaram a liga. No Lakers conseguiu médias de 27,5 pontos, 12 rebotes, 2,5 tocos, 2,6 assists, 2,1 bloqueios e dunks, muitas dunks como essa aqui.

Não á toa, hoje antes da partida contra o Dallas Mavericks, o banner com o número 34 sobe e vira eterno.

Um viva ao grande Aristóteles.

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Marketing the Madness

Uma verdade do March Madness: só os jogadores são amadores. O resto, todo mundo ganha uma bela grana.

MBA@UNC

No mundo do basquete existe uma regra bastante simples: basta citar o nome de Michael Jordan para chamar a atenção. Imagine, então, falar de uma possível volta de Michael Jordan às quadras. Loucura? Nem tanto. E a gente vai tentar explicar por que.
Desta vez, a coisa toda, pelo menos publicamente, começou na semana em que o melhor de todos completou 50 anos. Michael Kidd-Gilchrist, 19 anos, segunda escolha do draft e jogador do Charlotte Bobcats, time da NBA que tem como dono o próprio Jordan, foi desafiado pelo chefe num um contra um. Segundo palavras do próprio novato, Jordan saiu vencedor de um jogo duro.
Até aí, tudo bem. O cara pode ter feito uma média, dado um migué no jogo. Acontece. Mas aí veio Antawn Jaminson, hoje ala do Lakers, e também disse que alguns amigos de Charlotte contam que Jordan costuma bater uma bola durante os treinos, e deixa muita gente do time pra trás. Tudo bem, é o Charlotte, o pior time da NBA pelo segundo ano seguido. Ainda assim, são profissionais. Mas parece que o vovô ainda consegue bater uma bola. De qualquer forma, ainda é pouco para levantar um rumor tão improvável.
Mas aí o pessoal parece que gostou da ideia, e recuperou uma declaração do Jordan, feita em 2009, durante a indicação ao Hall da Fama, em que ele diz: ‘Algum dia você pode piscar e me ver jogando aos 50 anos’, provocando risos na plateia. ‘Não riam! Os limites, como os medos, muitas vezes são apenas uma ilusão’. É, aí você já começa a pensar duas vezes, afinal, duvidar do cara não é das tarefas mais simples.
Mas calma, ainda tem mais. Como forma de celebrar o cinquentenário, a ESPN dos EUA colocou um repórter vivendo intensamente com Michael Jordan durante um tempo. O cara acompanhava a rotina da família, as tarefas de executivo, os treinos físicos, os compromissos publicitários. Enfim, acompanhou o dia-a-dia de Jordan com um acesso bastante íntimo. O resultado foi uma matéria muito legal, que vale a pena ser lida por quem tem tempo e o inglês em dia.
Destaque para o trecho em que Jordan simplesmente desvenda o jogo de LeBron James: ‘Quando LeBron corta pra direita, ele vai bate bola e vai pra cima; quando ele vai pra esquerda, ele chuta’.
Pra quem não tem, dá pra resumir a matéria pelo título: ‘Jordan has not left de building’. Em outras palavras, o que Wright Thompson quis dizer é que Jordan não abandonou a vida de competidor, de basqueteiro. E essa história de voltar, pra quem acompanha a vida do cara de perto, como Thompson acompanhou, não está nem um pouco em desacordo com a realidade.
Segundo relatos, Jordan acompanha a NBA todos os dias. Não hesita, nunca, em manifestar sua tristeza por não ser mais um jogador de basquete. Como se não bastasse, perdeu muito peso nos últimos meses, e tem mantido uma rotina de treinos físicos bastante rigorosa. E garante que faria de tudo, absolutamente de tudo para voltar a ser um jogador de basquete.
Por fim, é importante juntar a tudo isso a figura de Tim Grover, preparador físico de Jordan desde os tempos em que Jordan brilhava na NBA, e um dos mais renomados profissionais do assunto no mundo inteiro. Grover, recentemente, publicou nos EUA um estudo sobre regeneração de fibras musculares e como evitar o envelhecimento dessas fibras. Questionado, ele garante que consegue dar a Jordan condições físicas de voltar à NBA.
A verdade é que a história toda tem muitas peças, mas um entrave importante: a idade de Jordan. Com 50 anos, se voltar às quadras, Jordan superaria Matthew Nat Hickey que, em 1948, jogou uma partida pelo já extinto Providence Steam Rollers, com 45 anos. Mas de 1948 pra cá muita coisa mudou, e diz a lógica que um corpo de 50 anos não aguentaria o tranco hoje em dia. Mas, sério, como duvidar de Jordan?
Se a coisa vai passar do boato, não dá pra saber. Mas que seria uma das histórias mais sensacionais do esporte, não há dúvidas.

No mundo do basquete existe uma regra bastante simples: basta citar o nome de Michael Jordan para chamar a atenção. Imagine, então, falar de uma possível volta de Michael Jordan às quadras. Loucura? Nem tanto. E a gente vai tentar explicar por que.

Desta vez, a coisa toda, pelo menos publicamente, começou na semana em que o melhor de todos completou 50 anos. Michael Kidd-Gilchrist, 19 anos, segunda escolha do draft e jogador do Charlotte Bobcats, time da NBA que tem como dono o próprio Jordan, foi desafiado pelo chefe num um contra um. Segundo palavras do próprio novato, Jordan saiu vencedor de um jogo duro.

Até aí, tudo bem. O cara pode ter feito uma média, dado um migué no jogo. Acontece. Mas aí veio Antawn Jaminson, hoje ala do Lakers, e também disse que alguns amigos de Charlotte contam que Jordan costuma bater uma bola durante os treinos, e deixa muita gente do time pra trás. Tudo bem, é o Charlotte, o pior time da NBA pelo segundo ano seguido. Ainda assim, são profissionais. Mas parece que o vovô ainda consegue bater uma bola. De qualquer forma, ainda é pouco para levantar um rumor tão improvável.

Mas aí o pessoal parece que gostou da ideia, e recuperou uma declaração do Jordan, feita em 2009, durante a indicação ao Hall da Fama, em que ele diz: ‘Algum dia você pode piscar e me ver jogando aos 50 anos’, provocando risos na plateia. ‘Não riam! Os limites, como os medos, muitas vezes são apenas uma ilusão’. É, aí você já começa a pensar duas vezes, afinal, duvidar do cara não é das tarefas mais simples.

Mas calma, ainda tem mais. Como forma de celebrar o cinquentenário, a ESPN dos EUA colocou um repórter vivendo intensamente com Michael Jordan durante um tempo. O cara acompanhava a rotina da família, as tarefas de executivo, os treinos físicos, os compromissos publicitários. Enfim, acompanhou o dia-a-dia de Jordan com um acesso bastante íntimo. O resultado foi uma matéria muito legal, que vale a pena ser lida por quem tem tempo e o inglês em dia.

Destaque para o trecho em que Jordan simplesmente desvenda o jogo de LeBron James: ‘Quando LeBron corta pra direita, ele vai bate bola e vai pra cima; quando ele vai pra esquerda, ele chuta’.

Pra quem não tem, dá pra resumir a matéria pelo título: ‘Jordan has not left de building’. Em outras palavras, o que Wright Thompson quis dizer é que Jordan não abandonou a vida de competidor, de basqueteiro. E essa história de voltar, pra quem acompanha a vida do cara de perto, como Thompson acompanhou, não está nem um pouco em desacordo com a realidade.

Segundo relatos, Jordan acompanha a NBA todos os dias. Não hesita, nunca, em manifestar sua tristeza por não ser mais um jogador de basquete. Como se não bastasse, perdeu muito peso nos últimos meses, e tem mantido uma rotina de treinos físicos bastante rigorosa. E garante que faria de tudo, absolutamente de tudo para voltar a ser um jogador de basquete.

Por fim, é importante juntar a tudo isso a figura de Tim Grover, preparador físico de Jordan desde os tempos em que Jordan brilhava na NBA, e um dos mais renomados profissionais do assunto no mundo inteiro. Grover, recentemente, publicou nos EUA um estudo sobre regeneração de fibras musculares e como evitar o envelhecimento dessas fibras. Questionado, ele garante que consegue dar a Jordan condições físicas de voltar à NBA.

A verdade é que a história toda tem muitas peças, mas um entrave importante: a idade de Jordan. Com 50 anos, se voltar às quadras, Jordan superaria Matthew Nat Hickey que, em 1948, jogou uma partida pelo já extinto Providence Steam Rollers, com 45 anos. Mas de 1948 pra cá muita coisa mudou, e diz a lógica que um corpo de 50 anos não aguentaria o tranco hoje em dia. Mas, sério, como duvidar de Jordan?

Se a coisa vai passar do boato, não dá pra saber. Mas que seria uma das histórias mais sensacionais do esporte, não há dúvidas.

Slam Magazine - February 1997.

Slam Magazine - February 1997.

Há exatos dois anos e cinco meses…

…postávamos nosso primeiro post nesse blog.
No começo, achávamos que ia ser fácil.

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Mas logo percebemos que não seria.
Éramos forasteiros e, como todos bons forasteiros, fizemos algumas besteiras…

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No caminho, fingindo nos ajudar, surgiram alguns falsos amigos…

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A gente bem que tentava se enturmar, conversar, mas nada.

image Toda vez que a gente começava a parecer que ia ficar melhor, aparecia alguém pra tirar a gente da jogada.

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Essa foi a hora que a gente se revoltou. Bastava! A gente não precisava desses caras. Agora era a nossa hora!

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E, de repente, numa jogada meio de sorte…

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Tá. Numa jogada completamente de sorte, nós crescemos! Nós começamos a crescer muito e muito rápido! Nós estávamos muito felizes e, ao mesmo tempo, não muito acostumados com aquilo tudo.

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Mas hoje não! HOJE É DIA DE COMEMORAR!

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Acabamos de atingir a marca de…

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100mil seguidores! Cem mil! Muito obrigado a todos vocês. E, na real, essa história de dificuldade era só pra aproveitar os gifs que a gente achou na internet. Esse aqui é o hobby mais legal que a gente poderia ter e, com cem mil seguindo o que a gente escreve, ele fica mais legal ainda.

Todos do blog estão mandando abraços efusivos e um grande valeu por nos acompanharem!

E a gente se impressionando com foto do Lebron James

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