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É verdade, o Kobe nem esteve nos playoffs deste ano, mas ainda bem que a NBA não nos deixa esquecer dele.

Via Mr. Basketball.

Acredito que a maioria dos leitores desse blog já cansou de ler comparações entre Kobe e Jordan. [Ahan, LeBron, senta lá]. Ainda assim nós vamos falar disso novamente. Quer dizer, nós não, alguém que realmente tem propriedade para falar do assunto. Alguém que nunca tocou neste tema antes, mas que conquistou seus onze anéis comandando este dois caras.
Pois é, Phil Jackson sempre se esquivou de comparar seus dois principais pupilos, mas agora ele está lançando (outra) biografia e adivinha qual é o melhor assunto para transformar um calhamaço de 339 páginas de recordações basquetebolísticas em um best seller do New York Times? Kobe x Jordan.
Mas calma, o livro ainda não saiu. Alguns trechos dele foram enviados a jornalistas, entre eles um cara que por muito tempo acompanhou os Lakers. Ele escreveu um matéria a respeito, e este são alguns dos trechos que interessa nesse debate:
Michael was more charismatic and gregarious than Kobe. He loved hanging out with his teammates and security guards, playing cards, smoking cigars, and joking around
Kobe is different. He was reserved as a teenager, in part because he was younger than the other players and hadn’t developed strong social skills in college. When Kobe first joined the Lakers, he avoided fraternizing with his teammates. But his inclination to keep to himself shifted as he grew older. Increasingly, Kobe put more energy into getting to know the other players, especially when the team was on the road.
Ele fala mais coisas, é só ler a matéria do Los Angeles Times.
Dica do irmão Daniel, que é pra não dizer que eu não dou os devidos créditos!

Acredito que a maioria dos leitores desse blog já cansou de ler comparações entre Kobe e Jordan. [Ahan, LeBron, senta lá]. Ainda assim nós vamos falar disso novamente. Quer dizer, nós não, alguém que realmente tem propriedade para falar do assunto. Alguém que nunca tocou neste tema antes, mas que conquistou seus onze anéis comandando este dois caras.

Pois é, Phil Jackson sempre se esquivou de comparar seus dois principais pupilos, mas agora ele está lançando (outra) biografia e adivinha qual é o melhor assunto para transformar um calhamaço de 339 páginas de recordações basquetebolísticas em um best seller do New York Times? Kobe x Jordan.

Mas calma, o livro ainda não saiu. Alguns trechos dele foram enviados a jornalistas, entre eles um cara que por muito tempo acompanhou os Lakers. Ele escreveu um matéria a respeito, e este são alguns dos trechos que interessa nesse debate:

Michael was more charismatic and gregarious than Kobe. He loved hanging out with his teammates and security guards, playing cards, smoking cigars, and joking around

Kobe is different. He was reserved as a teenager, in part because he was younger than the other players and hadn’t developed strong social skills in college. When Kobe first joined the Lakers, he avoided fraternizing with his teammates. But his inclination to keep to himself shifted as he grew older. Increasingly, Kobe put more energy into getting to know the other players, especially when the team was on the road.

Ele fala mais coisas, é só ler a matéria do Los Angeles Times.

Dica do irmão Daniel, que é pra não dizer que eu não dou os devidos créditos!

Interrompemos a transmissão destes playoffs para mostrar todos os anéis de Phil Jackson e cairmos na real de que o Zen Master é muito foda e que ninguém nestes playoffs vai ser capaz de igualar sua marca ainda nesta década. 

Interrompemos a transmissão destes playoffs para mostrar todos os anéis de Phil Jackson e cairmos na real de que o Zen Master é muito foda e que ninguém nestes playoffs vai ser capaz de igualar sua marca ainda nesta década. 

(via hoopdreams)

Fonte: gotemcoach

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É só o que resta aos Lakers nessa temporada…

Via Air Pastore.

Kobe consolando Gasol depois da varrida do Lakers..

Kobe consolando Gasol depois da varrida do Lakers..

(via thespacejams)

Fonte: theagonyofdefeat

Primeiro foi o Celtics, que revelou uma absoluta impotência frente ao Knicks e, mesmo jogando em Boston, tomou uma aula de basquete do time de Nova York no jogo 3 da série.
Ora Carmelo Anthony, ora JR Smith e até Raymond Felton fizeram a festa pra cima da antes poderosa defesa do time de Doc Rivers. Aliás, por incrível que pareça, a defesa tem sido o grande trunfo do Knicks nessa série. Em nenhum dos três jogos o Celtics conseguiu chegar sequer aos 80 pontos, e com menos de 80 pontos em três jogos de uma série de playoffs é completamente impossível ter sucesso.
Mais tarde, foi a vez do Lakers. Sem Kobe, mas também sem Steve Nash e sem Steve Blake – todos lesionados. Quando Steve Blake vira desfalque sentido é porque a coisa está feia mesmo. Dentro de quadra, não deu outra: o time de LA tomou uma surra do San Antonio Spurs. Uma surra. A derrota por 120 a 89 foi a maior sofrida em casa pelos angelinos na história dos playoffs.
O Spurs venceu com uma tranquilidade tão grande que só Tim Duncan ficou mais do que meia-hora em quadra. O resto do time pode até se poupar pro que vem pela frente.
Boston Celtics e Los Angeles Lakers. 17 e 16 títulos da NBA, respectivamente. Os dois maiores campeões da história, a maior rivalidade da liga. Igualmente, juntos, enfiados num tremendo buraco.
Nunca, na história da NBA, um time conseguiu reverter a situação em que Celtics e Lakers estão enfiados agora: perdendo uma série de playoffs por 3 a 0. A gente até poderia dizer que essa virada vai acontecer um dia, e que não há times melhores pra fazer isso do que os dois mais tradicionais da liga. Mas se você assistiu a qualquer um dos jogos das séries, sabe que isso é mais do que improvável, e o que falta pros dois times mudar isso é basquete mesmo – não história, tradição, camisa.
O anunciado fim da linha para Celtics e Lakers ‘coroará’ uma temporada para ser esquecida pelos dois times. Curiosamente, os dois classificaram-se em 7º nas suas conferências, sofreram com lesões durante o ano inteiro e estão desfalcados de seu principal jogador.
No Celtics, você até pode dizer que Paul Pierce é o franchise player. Mas, há algum tempo, o grande nome do elenco, em termos de rendimento, era Rajon Rondo. O time até arranjou um jeito de jogar sem seu armador, e fez boas partidas sem ele. Mas no playoffs é normal o cobertor ficar curto, e Rondo está fazendo uma falta absurda, obrigando Doc Rivers a mirabolar, a cada jogo, uma experiência nova no quinteto titular.
No Lakers não há discussão: a ausência de Kobe Bryant está matando os caras. Tudo bem que, mesmo com ele jogando um dos melhores basquetes da sua carreira, o time penou pra conseguir a vaga nos playoffs, e cambaleou durante a temporada inteira. Mas com tanta gente talentosa no elenco, era de se esperar que, com Kobe, o time fosse pelo menos engrossar a série contra o Spurs.
O que se vê, no entanto, tanto em Boston quanto em LA, são dois times impotentes, frágeis, presas fáceis pros adversários. A tradição dos dois, claro, nos faz pensar duas vezes e não descartar que, pela primeira vez na história, um 3 a 0 pode ser revertido.
Mas o que a gente tem visto em quadra nos leva a crer que, pela primeira vez desde 2007, Celtics e Lakers não estarão nem na segunda rodada do playoffs. (Curiosamente, no ano seguinte, em 2008, os dois fizeram a final da NBA.) Quem perde com isso? A NBA, claro. A história já mostrou que quando esses dois times ficam em baixa, a liga inteira sofre. Mas talvez um baque como esse obrigue os dois a reconhecerem o fim de um ciclo, e comecem a mexer os pauzinhos para se reerguerem. Acreditem: a NBA precisa disso.

Primeiro foi o Celtics, que revelou uma absoluta impotência frente ao Knicks e, mesmo jogando em Boston, tomou uma aula de basquete do time de Nova York no jogo 3 da série.

Ora Carmelo Anthony, ora JR Smith e até Raymond Felton fizeram a festa pra cima da antes poderosa defesa do time de Doc Rivers. Aliás, por incrível que pareça, a defesa tem sido o grande trunfo do Knicks nessa série. Em nenhum dos três jogos o Celtics conseguiu chegar sequer aos 80 pontos, e com menos de 80 pontos em três jogos de uma série de playoffs é completamente impossível ter sucesso.

Mais tarde, foi a vez do Lakers. Sem Kobe, mas também sem Steve Nash e sem Steve Blake – todos lesionados. Quando Steve Blake vira desfalque sentido é porque a coisa está feia mesmo. Dentro de quadra, não deu outra: o time de LA tomou uma surra do San Antonio Spurs. Uma surra. A derrota por 120 a 89 foi a maior sofrida em casa pelos angelinos na história dos playoffs.

O Spurs venceu com uma tranquilidade tão grande que só Tim Duncan ficou mais do que meia-hora em quadra. O resto do time pode até se poupar pro que vem pela frente.

Boston Celtics e Los Angeles Lakers. 17 e 16 títulos da NBA, respectivamente. Os dois maiores campeões da história, a maior rivalidade da liga. Igualmente, juntos, enfiados num tremendo buraco.

Nunca, na história da NBA, um time conseguiu reverter a situação em que Celtics e Lakers estão enfiados agora: perdendo uma série de playoffs por 3 a 0. A gente até poderia dizer que essa virada vai acontecer um dia, e que não há times melhores pra fazer isso do que os dois mais tradicionais da liga. Mas se você assistiu a qualquer um dos jogos das séries, sabe que isso é mais do que improvável, e o que falta pros dois times mudar isso é basquete mesmo – não história, tradição, camisa.

O anunciado fim da linha para Celtics e Lakers ‘coroará’ uma temporada para ser esquecida pelos dois times. Curiosamente, os dois classificaram-se em 7º nas suas conferências, sofreram com lesões durante o ano inteiro e estão desfalcados de seu principal jogador.

No Celtics, você até pode dizer que Paul Pierce é o franchise player. Mas, há algum tempo, o grande nome do elenco, em termos de rendimento, era Rajon Rondo. O time até arranjou um jeito de jogar sem seu armador, e fez boas partidas sem ele. Mas no playoffs é normal o cobertor ficar curto, e Rondo está fazendo uma falta absurda, obrigando Doc Rivers a mirabolar, a cada jogo, uma experiência nova no quinteto titular.

No Lakers não há discussão: a ausência de Kobe Bryant está matando os caras. Tudo bem que, mesmo com ele jogando um dos melhores basquetes da sua carreira, o time penou pra conseguir a vaga nos playoffs, e cambaleou durante a temporada inteira. Mas com tanta gente talentosa no elenco, era de se esperar que, com Kobe, o time fosse pelo menos engrossar a série contra o Spurs.

O que se vê, no entanto, tanto em Boston quanto em LA, são dois times impotentes, frágeis, presas fáceis pros adversários. A tradição dos dois, claro, nos faz pensar duas vezes e não descartar que, pela primeira vez na história, um 3 a 0 pode ser revertido.

Mas o que a gente tem visto em quadra nos leva a crer que, pela primeira vez desde 2007, Celtics e Lakers não estarão nem na segunda rodada do playoffs. (Curiosamente, no ano seguinte, em 2008, os dois fizeram a final da NBA.) Quem perde com isso? A NBA, claro. A história já mostrou que quando esses dois times ficam em baixa, a liga inteira sofre. Mas talvez um baque como esse obrigue os dois a reconhecerem o fim de um ciclo, e comecem a mexer os pauzinhos para se reerguerem. Acreditem: a NBA precisa disso.

Tem três coisas que eu adoro no Metta World Peace:1. ele é um frito2. sua conta no Twitter é hilária

Tem três coisas que eu adoro no Metta World Peace:
1. ele é um frito
2. sua conta no Twitter é hilária

Kobe Bryant entrou no Twitter há pouco tempo. Mas não demorou muito pra se tornar um dos perfis mais populares do microblog.

No jogo 1 da série Lakers versus Spurs, o camisa 24 do time de LA, lesionado, ficou acompanhando a partida pela TV e fazendo comentários no seu perfil do Twitter. Resultado: os posts de Kobe viraram notícia e atraíram até mais atenção do que o sonolento jogo disputado no Texas.

Até o técnico Mike D’Antoni foi questionado sobre o assunto, e minimizou, dizendo que Kobe é um fã do time e, naturalmente, falaria sobre o jogo no Tiwtter.

Sem querer atrair os holofotes enquanto seu time tenta avançar à semifinal do oeste, Black Mamba resolveu não usar mais a ferramenta durante os jogos do Lakers.

Antes que vocês se perguntem o que diabos Kobe postou no Twitter, a gente já te adianta que não foi nada demais. Uma hora ele pediu uma defesa mais forte, depois falou que o Lakers tinha que se aproveitar mais do jogo no garrafão. Enfim, absolutamente nada demais.

Mas é que o jogo realmente foi meio decepcionante, então os caras tiveram mesmo que explorar alguma outra coisa. Ê, profissãozinha ingrata essa de jornalista.

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