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É, esses caras não são normais mesmo…

A competição de basquete dos Jogos Paralímpicos (sim, ele mudou de nome neste ano) não teve Dream Team, mas em compensação a terra da rainha pode ver a versão cadeirante de Michael Jordan.
Aos 33 anos de idade, o canadense Patrick Anderson é tido como o cara que mudou a forma de jogar basquete em cadeira de rodas, fama semelhanta à daquele camisa 23 do Chicago Bulls. Com duas medalhas de ouro e uma prata no currículo, Anderson já havia se aposentado do esporte e há dois anos estudava música em New York, quando decidiu voltar para competir em Londres-2012.
O intervalo lhe fez bem. Jogando o melhor basquete da carreira, o camisa 12 do Canadá conquistou sua terceira medalha de ouro e encantou.
A competição consagrou o pivô canadense, que aos 9 anos de idade foi esmagado por um motorista bêbado e perdeu as duas pernas. Em Londres, Patrick Anderson anotou o primeiro triple-double dos Jogos Paralímpicos em vitória diante do anfitrião Reino Unido (29 pts, 14 reb e 10 ass) e repetiu a dose contra a Alemanha (25 pts, 15 reb e 12 ass).
Técnicos e adversários destacam que Anderson tem o corpo ideal para a prática do basquete me cadeira de rodas por conta de seu tronco e braços longos. O treinador canadense destaca também a inteligência com que Anderson lê o jogo, fruto da experiência acumulada por um atleta que desde os 10 anos deixou o hóquei no gelo para se dedicar ao basquete adaptado.
Em quadra, nota-se o talento diferenciado. O domínio do conjunto bola/cadeira inclui dribles por trás das costas, mudanças de velocidades e giros, além de uma arremesso preciso. Na final contra a Austrália, o pivô anotou 34 pontos, pegou dez rebotes e deu 8 assistências, atuando todos os 40 minutos do jogo.

A competição de basquete dos Jogos Paralímpicos (sim, ele mudou de nome neste ano) não teve Dream Team, mas em compensação a terra da rainha pode ver a versão cadeirante de Michael Jordan.

Aos 33 anos de idade, o canadense Patrick Anderson é tido como o cara que mudou a forma de jogar basquete em cadeira de rodas, fama semelhanta à daquele camisa 23 do Chicago Bulls. Com duas medalhas de ouro e uma prata no currículo, Anderson já havia se aposentado do esporte e há dois anos estudava música em New York, quando decidiu voltar para competir em Londres-2012.

O intervalo lhe fez bem. Jogando o melhor basquete da carreira, o camisa 12 do Canadá conquistou sua terceira medalha de ouro e encantou.

A competição consagrou o pivô canadense, que aos 9 anos de idade foi esmagado por um motorista bêbado e perdeu as duas pernas. Em Londres, Patrick Anderson anotou o primeiro triple-double dos Jogos Paralímpicos em vitória diante do anfitrião Reino Unido (29 pts, 14 reb e 10 ass) e repetiu a dose contra a Alemanha (25 pts, 15 reb e 12 ass).

Técnicos e adversários destacam que Anderson tem o corpo ideal para a prática do basquete me cadeira de rodas por conta de seu tronco e braços longos. O treinador canadense destaca também a inteligência com que Anderson lê o jogo, fruto da experiência acumulada por um atleta que desde os 10 anos deixou o hóquei no gelo para se dedicar ao basquete adaptado.

Em quadra, nota-se o talento diferenciado. O domínio do conjunto bola/cadeira inclui dribles por trás das costas, mudanças de velocidades e giros, além de uma arremesso preciso. Na final contra a Austrália, o pivô anotou 34 pontos, pegou dez rebotes e deu 8 assistências, atuando todos os 40 minutos do jogo.

2012 USA Basketball Bloopers!

The USA Men’s Olympic Team’s ten best plays from London. 

Fonte: fuckyeanba

Quem disse que Coach K não vibra com as cestas dos seus pupilos?!

Belo flagra do amigo norte americano..

Don’t cry for me, Argentina.

Don’t cry for me, Argentina.

Fonte: euroleaguebasketball

Fonte: doubleclutch

The Big Three!

The Big Three!

Fonte: lovingbasketball

Momento Juca nos Jogos Olímpicos.

Momento Juca nos Jogos Olímpicos.

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