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Nike House of Hoops by Alexis Marcou

Fonte: This Game is Rigged

Virou propaganda…

Basically, I told myself, you’ll end up on SportsCenter one way or another, either getting dunked on or going to get a block. Luckily I was on the good side of the Top 10.

Essas foram as palavras de LeBron James quando perguntado sobre o que ele tinha pensado quando subiu com Tiago Splitter para dar o toco que você, a essa hora, já deve ter visto pelo menos umas cinco vezes na sua timeline do Facebook. O mais curioso é que este mesmo pensamento poderia ter passado também na cabeça do brasileiro.

Na boa, receber uma bola dessas livre, no meio do garrafão, em uma final de NBA, exige de você uma enterrada. E não importa quem está na sua frente, seja LeBron James, Chris Bosh ou Birdman. Às vezes eu penso que os jogadores brasileiros não buscam tanto a enterrada quanto os norte-americanos e isso também diz um pouco porque eles são tão bons nesse esporte.

O que eu quero dizer é que Splitter tem mais méritos do que deméritos em tentar enterrar uma bola na cabeça do LeBron. E se você tivesse socado essa bola na cabeça dele, Tiago, a gente mudaria o nome desse blog para homensbrancossosabementerrarnacabeçadolebronjames.tumblr.com e eu seria o blogueiro mais feliz do planeta escrevendo para um site desses.

Enfim, não aconteceu, paciência. Mas permita-me dar sugestão: quando você protagonizar uma lance assim, desses que vão entrar pra história da NBA e que será repetido em toda retrospectiva da carreira de LeBron James, faça como Anderson Varejão: sorria.

Isso mesmo, sorria. Sorria por estar entre os melhores, na melhor liga do mundo e ser o cara com os culhões necessários para enterrar no melhor jogador da atualidade.

Na Flórida ou no Texas. Em inglês ou espanhol. Seja como for, Tiago Splitter brilha muito.

Na Flórida ou no Texas. Em inglês ou espanhol. Seja como for, Tiago Splitter brilha muito.

(via lovingbasketball)

Fonte: nbagif

Fiz uma breve regressão antes de escrever esse post. Voltei algumas semanas até o início desses playoffs e reli aquelas longínquas previsões. Fiquei assustado. Estava tudo perfeitamente em ordem, mas ao mesmo tempo completamente caótico. Explico: Miami Heat está na final. Checked. Spurs está na final. Checked. Antes que vocês atirarem caxirolas sobre minha cabeça, deixa eu explicar. Claro que o Thunder era o favorito, mas logo atrás estava os Spurs. Como na ausência de Westbrook o Thunder se tornou apenas mais um time, a presença dos Spurs aqui na hora do vamuvê é natural.
Mas sim, existe algo fora da ordem. Na minha torpe expectativa pré-playoffs, Miami Heat atropelaria seus adversários no Leste e curtiria o verão ensolarado da Florida enquanto no Wild Wild West sobraria um rival capenga, cansado e ferido pelas vitórias em desgastantes séries de seis, sete jogos. 
Opa. Parece que não foi bem, assim, né. LeFlop e seu elenco de atores coadjuvantes comeu o pão que o diabo amassou contra os Bulls, fez do cu candelabro pra passar dos Pacers e chega na final com gente lesionada e abaixo da produtividade - permita-me outra digressão explicativa: eu só considero Dwyane Wade ressuscitado se ele meter pelo menos 20 ppg nas finais, outrossim, continua sendo aquele zumbi que até consegue morder uma ou outra jugular, mas sucumbirá diante do primeiro tiro na cabeça.
E são os Spurs, aqueles velhinhos que costumavam rodar a estrada dos playoffs no tanque reserva, que estão com a bola toda. Varrendo toda a família real espanhola do basquete e prestes a coroar Tim Duncan como um dos Top 5 All Time (!), Tony Parker como o melhor estrangeiro da história da NBA (!!) e Manu Ginobili como maior santidade argentina da história (!!!), acima de Lionel Messias e Papa Franciso, abaixo apenas do D10s Maradona.
Há quem diga que os dois times se prepararam para este momento. Este texto é uma análise muito mais apurada do que está por vir nesta quinta, a partir das 22h, e descreve bem como os dois lados se armaram ao longo das últimas temporadas para essa final. 
Eu prefiro resumir o confronto numa simplória torcida pelo bem contra o mal. E o mal, amigos, está na terra do calor que remete ao inferno e na camisa encarnada cujo número 6 não deixa dúvidas: o cão atende pelos nomes de Miami Heat e LeBron James e só os Spurs podem nos salvar do apocalipse dos trios hypes na NBA!!!
Spurs 4 x 2 Heat. Amém!

Fiz uma breve regressão antes de escrever esse post. Voltei algumas semanas até o início desses playoffs e reli aquelas longínquas previsões. Fiquei assustado. Estava tudo perfeitamente em ordem, mas ao mesmo tempo completamente caótico. Explico: Miami Heat está na final. Checked. Spurs está na final. Checked. Antes que vocês atirarem caxirolas sobre minha cabeça, deixa eu explicar. Claro que o Thunder era o favorito, mas logo atrás estava os Spurs. Como na ausência de Westbrook o Thunder se tornou apenas mais um time, a presença dos Spurs aqui na hora do vamuvê é natural.

Mas sim, existe algo fora da ordem. Na minha torpe expectativa pré-playoffs, Miami Heat atropelaria seus adversários no Leste e curtiria o verão ensolarado da Florida enquanto no Wild Wild West sobraria um rival capenga, cansado e ferido pelas vitórias em desgastantes séries de seis, sete jogos. 

Opa. Parece que não foi bem, assim, né. LeFlop e seu elenco de atores coadjuvantes comeu o pão que o diabo amassou contra os Bulls, fez do cu candelabro pra passar dos Pacers e chega na final com gente lesionada e abaixo da produtividade - permita-me outra digressão explicativa: eu só considero Dwyane Wade ressuscitado se ele meter pelo menos 20 ppg nas finais, outrossim, continua sendo aquele zumbi que até consegue morder uma ou outra jugular, mas sucumbirá diante do primeiro tiro na cabeça.

E são os Spurs, aqueles velhinhos que costumavam rodar a estrada dos playoffs no tanque reserva, que estão com a bola toda. Varrendo toda a família real espanhola do basquete e prestes a coroar Tim Duncan como um dos Top 5 All Time (!), Tony Parker como o melhor estrangeiro da história da NBA (!!) e Manu Ginobili como maior santidade argentina da história (!!!), acima de Lionel Messias e Papa Franciso, abaixo apenas do D10s Maradona.

Há quem diga que os dois times se prepararam para este momento. Este texto é uma análise muito mais apurada do que está por vir nesta quinta, a partir das 22h, e descreve bem como os dois lados se armaram ao longo das últimas temporadas para essa final.

Eu prefiro resumir o confronto numa simplória torcida pelo bem contra o mal. E o mal, amigos, está na terra do calor que remete ao inferno e na camisa encarnada cujo número 6 não deixa dúvidas: o cão atende pelos nomes de Miami Heat e LeBron James e só os Spurs podem nos salvar do apocalipse dos trios hypes na NBA!!!

Spurs 4 x 2 Heat. Amém!

Em 2007, LeBron James era um menino promissor que, no quarto ano de NBA, ainda em Cleveland, conduzia seu time a uma final de NBA. Time esse, aliás, que, convenhamos, não tinha muita coisa boa não. Pra se ter uma ideia, os grandes parceiros de LeBron naquelas finais foram Daniel Gibson, Zydrunas Ilgauskas e Anderson Varejão.

Desse jeito, não foi muito difícil pro San Antonio Spurs varrer o Cavaliers e conquistar o quarto título da era Tim Duncan. Aliás, além dele, aquele Spurs ainda tinha Tony Parker – o MVP daquelas finais, Manu Ginóbili – ainda com uma boa quantidade de cabelo, e mais Robert Horry, Michael Finley, Bruce Bowen – todos jogadores históricos na franquia do Texas.

Vale a pena relembrar o passeio dos já velhinhos jogadores do Spurs pra cima dos escudeiros de LeBron James. Mas não se enganem: neste ano, a única semelhança é termos LeBron de um lado e o Spurs do outro.

Come fly with me..

Come fly with me..

(via fuckyeahmiamiheatt)

Fonte: -heat

West e Lebron multados por flopping, ou seja, tentativa de enganar a arbitragem fingindo falta, as bailarinas tão de parabéns, super entrosadas!

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