
Kevin McHale salvando Larry Bird da humilhação de uma dunk na cabeça de Dominique!

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Primeiro foi o Celtics, que revelou uma absoluta impotência frente ao Knicks e, mesmo jogando em Boston, tomou uma aula de basquete do time de Nova York no jogo 3 da série.
Ora Carmelo Anthony, ora JR Smith e até Raymond Felton fizeram a festa pra cima da antes poderosa defesa do time de Doc Rivers. Aliás, por incrível que pareça, a defesa tem sido o grande trunfo do Knicks nessa série. Em nenhum dos três jogos o Celtics conseguiu chegar sequer aos 80 pontos, e com menos de 80 pontos em três jogos de uma série de playoffs é completamente impossível ter sucesso.
Mais tarde, foi a vez do Lakers. Sem Kobe, mas também sem Steve Nash e sem Steve Blake – todos lesionados. Quando Steve Blake vira desfalque sentido é porque a coisa está feia mesmo. Dentro de quadra, não deu outra: o time de LA tomou uma surra do San Antonio Spurs. Uma surra. A derrota por 120 a 89 foi a maior sofrida em casa pelos angelinos na história dos playoffs.
O Spurs venceu com uma tranquilidade tão grande que só Tim Duncan ficou mais do que meia-hora em quadra. O resto do time pode até se poupar pro que vem pela frente.
Boston Celtics e Los Angeles Lakers. 17 e 16 títulos da NBA, respectivamente. Os dois maiores campeões da história, a maior rivalidade da liga. Igualmente, juntos, enfiados num tremendo buraco.
Nunca, na história da NBA, um time conseguiu reverter a situação em que Celtics e Lakers estão enfiados agora: perdendo uma série de playoffs por 3 a 0. A gente até poderia dizer que essa virada vai acontecer um dia, e que não há times melhores pra fazer isso do que os dois mais tradicionais da liga. Mas se você assistiu a qualquer um dos jogos das séries, sabe que isso é mais do que improvável, e o que falta pros dois times mudar isso é basquete mesmo – não história, tradição, camisa.
O anunciado fim da linha para Celtics e Lakers ‘coroará’ uma temporada para ser esquecida pelos dois times. Curiosamente, os dois classificaram-se em 7º nas suas conferências, sofreram com lesões durante o ano inteiro e estão desfalcados de seu principal jogador.
No Celtics, você até pode dizer que Paul Pierce é o franchise player. Mas, há algum tempo, o grande nome do elenco, em termos de rendimento, era Rajon Rondo. O time até arranjou um jeito de jogar sem seu armador, e fez boas partidas sem ele. Mas no playoffs é normal o cobertor ficar curto, e Rondo está fazendo uma falta absurda, obrigando Doc Rivers a mirabolar, a cada jogo, uma experiência nova no quinteto titular.
No Lakers não há discussão: a ausência de Kobe Bryant está matando os caras. Tudo bem que, mesmo com ele jogando um dos melhores basquetes da sua carreira, o time penou pra conseguir a vaga nos playoffs, e cambaleou durante a temporada inteira. Mas com tanta gente talentosa no elenco, era de se esperar que, com Kobe, o time fosse pelo menos engrossar a série contra o Spurs.
O que se vê, no entanto, tanto em Boston quanto em LA, são dois times impotentes, frágeis, presas fáceis pros adversários. A tradição dos dois, claro, nos faz pensar duas vezes e não descartar que, pela primeira vez na história, um 3 a 0 pode ser revertido.
Mas o que a gente tem visto em quadra nos leva a crer que, pela primeira vez desde 2007, Celtics e Lakers não estarão nem na segunda rodada do playoffs. (Curiosamente, no ano seguinte, em 2008, os dois fizeram a final da NBA.) Quem perde com isso? A NBA, claro. A história já mostrou que quando esses dois times ficam em baixa, a liga inteira sofre. Mas talvez um baque como esse obrigue os dois a reconhecerem o fim de um ciclo, e comecem a mexer os pauzinhos para se reerguerem. Acreditem: a NBA precisa disso.
“50 melhores dos 50 primeiros anos”
O “homens brancos” vai trazer uma aula de história para vocês, jovens amantes do basquetebol.
Ao final da temporada de 1996 a liga comemorou seu 50th aniversário, e para a data não passar em branco elegeu os “50 melhores do 50 primeiros anos”.
Hoje nós traremos para vocês mais um dos grandes, integrante da chamada “tríplice coroa” da liga, o branco que ninguém esperava que pudesse jogar tão bem em alto nível.
Larry “legend” Bird.
Em uma época onde a cobertura do esporte não era tão intensa quanto hoje, o crescimento da universidade de indiana assombrou os Estados Unidos.
De um lado se ouvia falar em um rapaz de nome Earvin e no outro garoto de nome Larry…enquanto Earvin(que ainda não era Magic!) seguia o que se esperava de um basqueteiro na época(negro,festeiro e midiático!), a sociedade se espantou quando viram que Larry era exatamente o oposto(não era ágil, não saltava uma gilete e pasmem!era Branco!)
A rivalidade que começou no universitário só ficou mais apimentada quando Bird foi para o Boston Celtics e Magic para o Lakers.
Mas hoje a conversa é Bird!
Draftado na sexta posição do draft de 78, Bird protagonizou rivalidades intensas com muitos jogadores entre eles podemos citar Julius “Dr.J” Erving, Dominique Wilkins e Charles Barkley.
Quando Bird chegou, a franquia de Boston estava perdendo aquela aura vencedora construída por Bill Russell e Sam Jones, por mais que os títulos dos C’s na década de 70 liderados por Dave Cowens ainda estivessem na memória, o verde daquela camisa já não botava tanto medo nos adversários, mas isso mudou com a chegada de Bird, Robert Parish e algumas temporadas depois Kevin McHale.
Dono de um arremesso extremamente confiável, foi o primeiro jogador a conseguir 50-40-90(% de acertos de 2 pontos,3 e lance livre), tinha uma defesa tenaz, uma envergadura e altura muito boa, um desejo de vencer que fazia os críticos esquecerem de sua falta de atleticismo e uma visão de jogo descomunal para jogadores com sua altura.
Infelizmente sua carreira foi abreviada devido a problemas nas costas no começo dos anos 90, ainda sim conseguiu fazer parte do dream team com seu amigo Magic Johnson.
Conseguiu 3 MVPs, 3 títulos, além de 12 all Star games, foi para o primeiro time da liga em 8 temporadas, pouco mais de 20.000 pontos e um aproveitamento de 38% da linha dos 3 pontos, Bird é considerado o primeiro jogador que tirou proveito da recém colocada linha dos 3 pontos e das vantagens que ela trazia no ataque.
E claro que ele está no Hall da Fama de Springfield.
Você, basqueteiro, acha que do banco de reserva não é possível contribuir com nada que acontece em quadra? Não se engane, sempre é hora de brilhar! Mostra pra eles, Larry Bird!
(via hoopdreams)
Fonte: Zer0RadioGIFS
O real morivo porque Isiah Thomas foi excluído do Dream Team de 1992: ele não sabia contar piadas.
Fonte: nba
(via thegrandarchives)
Fonte: fatshawnkemp
(via thegrandarchives)
Fonte: flight-time

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