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É só o que resta aos Lakers nessa temporada…

Via Air Pastore.

Sem Kobe? Sem problemas.
Aliás, sem Kobe e sem Steve Nash também. Mas com Dwight Howard, Pau Gasol e, vejam só, Steve Blake!
Howard superou o ‘hack-a-shaq’ que Gregg Poppovich tentou impor em diversos momentos do jogo, e acertou dois lances livres cruciais no final do jogo.
Gasol pegou 16 rebotes, igualando seu season high.
E até Steve Blake esteve numa noite iluminada, anotando 23 pontos - apenas 2 abaixo de seu career high.
O Lakers sem Kobe passou pelo primeiro grande teste, e está a apenas uma vitória dos playoffs.

Sem Kobe? Sem problemas.

Aliás, sem Kobe e sem Steve Nash também. Mas com Dwight Howard, Pau Gasol e, vejam só, Steve Blake!

Howard superou o ‘hack-a-shaq’ que Gregg Poppovich tentou impor em diversos momentos do jogo, e acertou dois lances livres cruciais no final do jogo.

Gasol pegou 16 rebotes, igualando seu season high.

E até Steve Blake esteve numa noite iluminada, anotando 23 pontos - apenas 2 abaixo de seu career high.

O Lakers sem Kobe passou pelo primeiro grande teste, e está a apenas uma vitória dos playoffs.

Kobe vivia um momento mágico, um dos melhores da carreira, mesmo aos 34 anos de idade. Mas será que o Lakers vai conseguir superar essa ausência e não fazer um papelão histórico?
O elenco é bom, apesar de ainda não ter justificado o investimento, a expectativa, o nome, a carreira de um monte de estrela que esse time tem.
Dwight Howard chegou com status de melhor pivô da liga. Sua contratação foi disputada por um monte de times da NBA. O Lakers levou, mas ainda não recebeu o jogador que esperava ter contratado.
Steve Nash superou todo o histórico de rivalidade com o Lakers para tentar um inédito anel na já derradeira carreira. Não fez por merecer tal recompensa, apesar de estar sendo muito prejudicado pela série de lesões – talvez fruto da idade avançada.
E ainda tem Pau Gasol, Ron Artest (me recuso a chamar esse louco de Metta World-Peace). Muita gente diz que o time de Kobe Bryant é refém de suas jogadas. Num time com Kobe, outro cara só vai finalizar uma jogada se o chefe passar a bola ou estiver muito bem marcado.
Se é verdade ou não, eu não sei. Mas se o Lakers quiser mesmo evitar o vexame de não ir nem para os playoffs, vai ter que provar que existe vida sem Kobe.
E o desafio começa já neste domingo, contra o sempre poderoso San Antonio Spurs. Ah, como se não bastasse, o confronto tem tudo para se repetir nos playoffs. Pelo menos é isso que o Lakers espera. Por incrível que pareça.

Kobe vivia um momento mágico, um dos melhores da carreira, mesmo aos 34 anos de idade. Mas será que o Lakers vai conseguir superar essa ausência e não fazer um papelão histórico?

O elenco é bom, apesar de ainda não ter justificado o investimento, a expectativa, o nome, a carreira de um monte de estrela que esse time tem.

Dwight Howard chegou com status de melhor pivô da liga. Sua contratação foi disputada por um monte de times da NBA. O Lakers levou, mas ainda não recebeu o jogador que esperava ter contratado.

Steve Nash superou todo o histórico de rivalidade com o Lakers para tentar um inédito anel na já derradeira carreira. Não fez por merecer tal recompensa, apesar de estar sendo muito prejudicado pela série de lesões – talvez fruto da idade avançada.

E ainda tem Pau Gasol, Ron Artest (me recuso a chamar esse louco de Metta World-Peace). Muita gente diz que o time de Kobe Bryant é refém de suas jogadas. Num time com Kobe, outro cara só vai finalizar uma jogada se o chefe passar a bola ou estiver muito bem marcado.

Se é verdade ou não, eu não sei. Mas se o Lakers quiser mesmo evitar o vexame de não ir nem para os playoffs, vai ter que provar que existe vida sem Kobe.

E o desafio começa já neste domingo, contra o sempre poderoso San Antonio Spurs. Ah, como se não bastasse, o confronto tem tudo para se repetir nos playoffs. Pelo menos é isso que o Lakers espera. Por incrível que pareça.

Eles já dançaram juntos, já brigaram pelo título de Superman, mas agora a coisa ficou mais direta.
Sem meias palavras, disse Shaq:
Eu espero que o Kobe consiga um título antes de se despedir da NBA. Mas eu sou um ex-pivô e acho que o outro cara precisa dar um passo à frente para isso.
‘O outro cara’, pra quem não sacou, é Dwight Howard, que tentou amenizar o caso:
Eu penso que se você tem algo a dizer, positivo ou negativo, sobre alguém, você precisar ir a essa pessoa e falar, porque as pessoas podem modificar as palavras ou entender de outra forma. Mas estou feliz pelo Shaq, que fez muito pelo Lakers e pela NBA. Ele merece essa homenagem.
O fato é: Shaq tem razão, e se Dwight Howard um dia quiser ser comparado ao agora eterno camisa 34 do Lakers, vai ter que remar muito.

Eles já dançaram juntos, já brigaram pelo título de Superman, mas agora a coisa ficou mais direta.

Sem meias palavras, disse Shaq:

Eu espero que o Kobe consiga um título antes de se despedir da NBA. Mas eu sou um ex-pivô e acho que o outro cara precisa dar um passo à frente para isso.

‘O outro cara’, pra quem não sacou, é Dwight Howard, que tentou amenizar o caso:

Eu penso que se você tem algo a dizer, positivo ou negativo, sobre alguém, você precisar ir a essa pessoa e falar, porque as pessoas podem modificar as palavras ou entender de outra forma. Mas estou feliz pelo Shaq, que fez muito pelo Lakers e pela NBA. Ele merece essa homenagem.

O fato é: Shaq tem razão, e se Dwight Howard um dia quiser ser comparado ao agora eterno camisa 34 do Lakers, vai ter que remar muito.

O que é inteligência coletiva?
É uma inteligência distribuída por toda a parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências. Acrescentemos à nossa definição este complemento indispensável: a base e o objetivo da inteligência coletiva são o reconhecimento e o enriquecimento mútuos das pessoas, e não o culto de comunidades fetichizadas ou hipostasiadas.
Uma inteligência distribuída por toda parte: tal é o nosso axioma inicial. Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade.
Pierre Lévy in A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço

O que é inteligência coletiva?

É uma inteligência distribuída por toda a parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências. Acrescentemos à nossa definição este complemento indispensável: a base e o objetivo da inteligência coletiva são o reconhecimento e o enriquecimento mútuos das pessoas, e não o culto de comunidades fetichizadas ou hipostasiadas.

Uma inteligência distribuída por toda parte: tal é o nosso axioma inicial. Ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade.

No retorno de Dwight Howard a Orlando, o pivozão anotou 39 pontos e pegou 16 rebotes, liderando a vitória do Lakers por 106 a 97. Foi a melhor marca do camisa 12 na temporada, que ainda bateu o recorde de lances livres tentados na história da NBA: 39. Sendo que ele converteu 25 (65%), ou seja, bem melhor que a média dele neste ano.
Fica a mensagem de Howard para os fãs chorões da Flórida: um beijinho e chupa, chupa muito.

No retorno de Dwight Howard a Orlando, o pivozão anotou 39 pontos e pegou 16 rebotes, liderando a vitória do Lakers por 106 a 97. Foi a melhor marca do camisa 12 na temporada, que ainda bateu o recorde de lances livres tentados na história da NBA: 39. Sendo que ele converteu 25 (65%), ou seja, bem melhor que a média dele neste ano.

Fica a mensagem de Howard para os fãs chorões da Flórida: um beijinho e chupa, chupa muito.

Hoje, Dwight Howard volta a Orlando para, pela primeira vez na Amway Arena, enfrentar o Magic.

Não sei se a torcida vai apaludir ou vaiar o cara. Se vaiar, vai ser muito por conta da saída turbulenta do pivozão, que abandonou a terra do Mickey depois de muita chorumela, pedidos de troca e um suposto corpo de mole que durou quase uma temporada inteira.

Mas a verdade é que foi em Orlando que Howard se consolidou como um dos melhores - se não o melhor - pivôs da sua geração. Mesmo com um time e um técnico limitadíssimos, chegou a uma final de NBA, em que, é bem verdade, foi atropelado pelo Lakers.

De qualquer forma, pessoal de Orlando, picuinhas à parte, tratem de reverenciar o cara que durante oito temporadas colocou o Magic num patamar em que vocês vão demorar pra voltar.

Este GIF mostra a melhor forma de solucionar o problema de lances livres de Dwight Howard

Um problema a menos hein, Lakers!

(via nbagifs)

Fonte: gotemcoach

Você contrata o pivô mais caro (e supostamente dominante) da Liga e com o jogo pau a pau, menos de dois minutos faltando, ele me dá um air ball no lance livre. Será que esse time dos lakers tem solução?

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