
Quem se importa com o resultado? A notícia da vitória do Heat em cima dos Bulls é o toco de Nate Robinson e seus 1m75 em cima de LeBron James.
E se você gostou do GIF, vai gostar ainda mais do vídeo:

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E o LeBron James reclamando da defesa do Chicago Bulls…
(via fullmetalstarterjacket)
Fonte: flight-time
Mutombo: “Você nunca me posterizou, Michael”
Jordan: “Nunca?! Você tem certeza?”
Mutombo: “Nunca!”
Ewing: “É sério que ele nunca colocou você no pôster?”
Mutombo: “Se você quiser eu posso chamar o Pippen pra comprovar”
Jordan: “Não, não. Acho que não precisa… só espera mais uns meses”
Acredito que a maioria dos leitores desse blog já cansou de ler comparações entre Kobe e Jordan. [Ahan, LeBron, senta lá]. Ainda assim nós vamos falar disso novamente. Quer dizer, nós não, alguém que realmente tem propriedade para falar do assunto. Alguém que nunca tocou neste tema antes, mas que conquistou seus onze anéis comandando este dois caras.
Pois é, Phil Jackson sempre se esquivou de comparar seus dois principais pupilos, mas agora ele está lançando (outra) biografia e adivinha qual é o melhor assunto para transformar um calhamaço de 339 páginas de recordações basquetebolísticas em um best seller do New York Times? Kobe x Jordan.
Mas calma, o livro ainda não saiu. Alguns trechos dele foram enviados a jornalistas, entre eles um cara que por muito tempo acompanhou os Lakers. Ele escreveu um matéria a respeito, e este são alguns dos trechos que interessa nesse debate:
Michael was more charismatic and gregarious than Kobe. He loved hanging out with his teammates and security guards, playing cards, smoking cigars, and joking around
Kobe is different. He was reserved as a teenager, in part because he was younger than the other players and hadn’t developed strong social skills in college. When Kobe first joined the Lakers, he avoided fraternizing with his teammates. But his inclination to keep to himself shifted as he grew older. Increasingly, Kobe put more energy into getting to know the other players, especially when the team was on the road.
Ele fala mais coisas, é só ler a matéria do Los Angeles Times.
Dica do irmão Daniel, que é pra não dizer que eu não dou os devidos créditos!
Este blog vem a público pedir desculpas para Nate Robinson.
Chegamos a dizer que ele era o jogador mais legal dos playoffs depois de Stephen Curry. Chegamos a dizer que, graças a ele, ninguém sequer sente a falta de Derrick Rose. Chegamos a enaltecer o esforço que o cara vem fazendo, apesar das condições físicas nada favoráveis.
Não que tudo isso seja mentira. Claro que não. Não é uma atuação ruim que vai apagar o belo desempenho de Nate no playoffs. Mas a real é que a gente secou o cara.
Ontem, o gigante de 1,75m sentiu a pressão que esse blog colocou sobre seus ombros, e nada conseguiu fazer para evitar a derrota do Bulls para o Heat.
Foram 12 tentativas de quadra. 5 de três. Nenhum lance-livre. E nada, absolutamente nada deu certo. Ainda foram 4 turnovers, e um desempenho que conduziu o Bulls à partida simplesmente ridícula feita ontem contra o time de LeBron James.
A diferença foi de 23 pontos, e o Miami já começa a pensar no que fazer enquanto Knicks e Pacers decidem quem avança.
Este é só mais um motivo para torcer para o Chicago Bulls.

Quem se importa com o resultado? A notícia da vitória do Heat em cima dos Bulls é o toco de Nate Robinson e seus 1m75 em cima de LeBron James.
E se você gostou do GIF, vai gostar ainda mais do vídeo:
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